terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Kojima revela filmes que influenciaram Metal Gear Solid

Quem conhece o mundo dos games sabe que, se existe um jogo cinematográfico, este é o Metal Gear Solid. Sabe-se também que o criador Hideo Kojima sempre foi muito fã de cinema e já tinha dado várias entrevistas afirmando que tinha se inspirado em muitos filmes para construir seu jogo. Acontece que no recentemente no Japão, uma rede de locadoras está com uma promoção que destaca 15 filmes que teriam inspirado e influenciado a série, listados pelo próprio Kojima.

Alguns já eram conhecidos, de tão óbvias referências. Um personagem marcante, Sniper Wolf, foi tirada da menina vietnamita de Nascido para Matar. Outro chega a ser uma citação: o personagem Hal Emmerich (Otacon) tem esse nome para homenagear 2001: Uma Odisséia no Espaço, o que não é novidade. Essa ficou por conta da bandana usada pelo protagonista. Sempre se achou que era por causa do Rambo, mas na verdade era por causa do filme de Michael Cimino, O Franco Atirador.

A camuflagem stealth, famoso modo invisível, presente em quase toda série, foi uma clara referência a Predador. Já em MGS4: Guns of the Patriots, o movimento da câmera em Filhos da Esperança e o ambiente do oriente médio em Falcão Negro em Perigo foram as inspirações. Mesmo assim, Kojima fez questão de ressaltar que a principal fonte foi o agente James Bond, principalmente os filmes com Sean Connory.

Mas o que estranho foi que grande obras das quais Kojima visivelmente sugou ficaram de fora da lista. Solid Snake é Snake Plissken escarrado, herói de Fuga de Nova York. O Metal Gear Rex, robô do jogo para PSX é muito semelhante ao ED-209 do Robocop. A abertura de Rambo II foi praticamente reencenada na abertura de MGS3: Snake Eater. O Exterminador do Futuro certamente influenciou a temática futurista. O motivo por não constarem na lista não se sabe, mas não poderia se falar de filmes e Metal Gear sem esses, queira Kojima ou não.

De qualquer forma, ficou muito boa a lista, grandes clássicos e filmes de ação. Grandes filmes que inspiraram simplesmente o melhor jogo de todos os tempos. Abaixo as capas e os respectivos nomes.


































































*não fazem parte da lista divulgada

Fogo Contra Fogo (1995)
Os Canhões de Navarone (1961)
Predador (1985)
Filhos da Esperança (2006)
Nascido para Matar (1987)
Fugindo do Inferno (1963)
Falcão Negro em Perigo (2001)
A Identidade Bourne (2002)
Duro de Matar (1988)
O Franco-Atirador (1978)
Despertar dos Mortos (1978)
007 - Cassino Royale (2006)
Planeta dos Macacos (1968)
2001: Uma Odisséia no Espaço (1968)
007 Contra Goldfinger (1964)
*Fuga de Nova York (1981)
*Rambo II (1985)
*Exterminador do Futuro (1984)
*Robocop (1987)
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Blog de Ouro e Oscar 2009



Neste domingo dia 25, foram eleitos os melhores de 2009 segundo a Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos . O grande vencedor foi Sangue Negro, que levou cinco prêmios, incluindo melhor filme, melhor diretor e melhor ator. Com quatro premiações ficou Batman - O Cavaleiro das Trevas. Já Wall-E e Desejo e Reparação ficaram com dois prêmios cada um. Mais uma ótima premiação, extremamente organizada e competente. Clique aqui para ver todas as categorias e seus respectivos vencedores.



Daqui aproximadamente um mês, todos iremos conhecer os vencedores do Oscar 2009. Mas antes disso, mesmo sem ter conferido a maioria dos indicados, quero dar meus palpites furados pelo menos nas principais categorias. Ei-os:

Melhor Filme: Sei que o auê tá grande em cima de Slumdog Milionaire, mas ainda acho que esse ano a academia vai querer premiar Fincher de uma forma geral, incluindo o prêmio da noite para O Curioso Caso de Benjamin Button. Ainda assim, quem deveria estar aqui era Wall-E.

Melhor Diretor: David Fincher, pelo motivo anterior.

Melhor Ator: Se houver justiça, Mickey Rourke leva pra casa. O cara sempre foi um baita ator e literalmente ressucitou no filme do Aronofsky. Sean Penn deve estar ótimo em Milk (que irei conferir ainda em janeiro), mas o velho lutador deve levar. Tomara.

Melhor Atriz: A briga Anne Hathaway x Meryl Strip x Kate Winslet promete ser muito interessante. Por intuição, aposto na Kate.

Melhor Roteiro Adaptado: Mais uma briga entre Slumdog e Benjamin. Para dar uma balançeada, esse vai para o filme do Boyle.

No resto, Heath Ledger leva como ator coadjuvante (a maior baba da década) e Wall-E leva melhor animação e algumas categorias técnicas para compensar a estupidez de ter ficado de fora de melhor filme. Dia 22 de fevereiro iremos ver no que dá.
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O Enigma de Outro Mundo


Review sobre um dos melhores filmes de John Carpenter, postado no Cinefilia. Clique aqui para redirecionar e ler a crítica.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Especial Libertadores

"Com o Grêmio onde o Grêmio estiver".

Essa frase foi escrita pelo genial Lupcínio Rodriguez e faz parte do hino do clube, descreve o sentimento de todo o torcedor gremista. Sempre com o time, nas horas ruins e nas horas boas, independente de qual seja o desafio.

Agora, dia 25 de fevereiro, mais um capítulo começa a ser escrito. No estádio Olímpico Monumental, o time estréia na Taça Libertadores da América em busca do tricampeonato. A estrada é longa, o caminho é duro e espinhoso, mas nada é impossível para o Grêmio, a história deste clube já deu amostras mais do que suficiente de tais façanhas.

Mas agora, o que os blogs Dementia 13, Museu do Cinema, Tudo é Critica e Caminhante Noturno têm em comum? A paixão pelo time mais aguerrido e peleador das Américas. Quatro apaixonados por cinema que vão contar um pouco sobre o Grêmio e alguns de seus jogos mais marcantes na Libertadores. Vamos ao primeiro texto, que fala sobre o jogo contra o Estudiantes de La Plata, em 1983.


La Batalha de La Plata



Você conhece a célebre frase do ex-técnico do Liverpool Bill Shankly? Quem conhece sabe o quanto ela é forte. Pórem, quem entende e ama o futebol sabe o quanto ela é verdadeira.

Taça Libertadores da América, o torneio de futebol mais aguerrido, forte e duro do universo da bola, se estrutura com três times de países campeões mundiais, Argentina, Brasil e Uruguai, que se juntam (a melhor palavra seria degladiam) a Chile, Colômbia, Equador, Bolívia, Peru, Paraguai, Venezuela e México, para conhecer apenas um vencedor.

Em 1983, na cidade de La Plata, na Argentina, o Estudiantes recebia o Grêmio na semi-final da Libertadores daquele ano. Naquele tempo três times faziam a semi jogando todos contra todos, em jogos de ida e volta. O Imortal já tinha feito seu dever de casa ganhando do Estudiantes no Olímpico Monumental, faltava agora o jogo no campo do adversário e o último entre o esquadrão argentino e América de Cali, na Colômbia.

Em 1983 havia passado 1 ano da Guerra das Malvinas. Quando os ingleses entraram em disputa contra os argentinos. O sentimento bélico que já é forte nos times dos nossos vizinhos, se tornou explosivo. A libertadores virou uma batalha in campo contra a crueldade de uma guerra absurda e covarde por parte dos britânicos. O jogo era de alto risco pro Grêmio, mas todos sabiam da importância de se conquistar aquele título e, principalmente, de defender o azul, branco e preto do nosso manto imortal, contra qualquer time que fosse.

Já em terras argentinas, o clima que já era de guerra, e aqui é ao pé da letra, não um clichê jornalístico da imprensa de chuteiras, se tornou pior, como se ainda fosse possível. A mídia local soltou a bomba, figura de linguagem com o perdão de vocês, que um avião inglês teria usado terras brasileiras, com a devida autorização do governo federal, para abastecer e depois atacar nossos vizinhos. A guerra deixou um número de 649 homens mortos pelo lado dos hermanos. Bom, se o Brasil não entrou na guerra como conta nossos livros de história, nosso querido imortal, o time mais argentino do Brasil, mas o mais orgulhoso de defender a bandeira do país – afinal o Rio Grande do Sul é o único estado que escolheu ser brasileiro, foi empurrado para o meio da batalha, a batalha de la plata. E um time que se preza tem que ser forjado com sangue, suor, lágrimas e raça.

Dia 8 de julho de 1983, o acanhamento do estádio, junto a torcedores (não seria exército?) ensadecidos não deu outra, pressionou o elenco do Grêmio desde o momento em que puseram os pés naquele país. O jogo, literalmente, já tinha começado, não à toa o atacante Trobbiani levou um cartão amarelo por falta violenta em Caio antes mesmo do apito inicial, aos 10 minutos antes dos 90 do jogo, ainda nos vestiários.

O Grêmio ia a campo com Mazaropi, Paulo Roberto, Leandro, Hugo De Leon e Casemiro, China, Osvaldo e Tita, Renato, Caio e Tarciso. O jogo começou e nem preciso dizer que canela era bola e cotovelo era permitido. China faz uma falta no meio de campo no louco ensandecido Trobbiani, que se levanta dando murro no gremista em todos os lado, algumas vezes até em seus companheiros. Leva cartão vermelho e a confusão começa, empurrões no juiz, tudo quanto é tipo de objeto sendo jogado no campo, e torcedores enlouquecidos. O árbitro então expulsa Ponce pelo empurrão, que nem foi ele quem fez. Depois de um bom tempo de paralisação o jogo recomeça com a cobrança de falta para o Estudiantes, que levanta a bola na área, cabeçada para lateral e entra Gugnale para fazer o primeiro gol da partida aos 38 minutos. Se a torcida estava enlouquecida antes, imagine agora. Aos 44 minutos, 6 depois do gol argentino, uma jogada de De Leon e Caio coloca Osvaldo de cara pro gol do lado esquerdo, empate do Grêmio. Gol absolutamente legal, mas não naquelas circunstâncias, e o time de La Plata foi em cima do bandeirinha e nova confusão paralisou a partida. Depois de recomeçar, alguns pontapés, voadoras, canela, digo, bola voando pra arquibancada e o juiz apita o final do primeiro tempo.

O empate gerou nova confusão na entrada do tricolor nos vestiários e Caio sofre nova agressão dessa vez contundindo-o. César entrou no seu lugar. Já imaginando o que seria a segunda etapa, Valdir Espinosa tratou de conscientizar o sempre aguerrido Grêmio a controlar o jogo e principalmente a fúria adversária. A recíproca também é verdadeira. O time argentino entrou ensandecido.

Aos 7 minutos do segundo tempo, Renato Gaúcho, na direita, cruza rasteiro para César completar. Nova reclamação do time de La Plata, e nova paralisação. Aos 18 minutos, novamente Renato, recebe um lançamento de Tita, depois de Tarciso sofrer uma falta sem bola, e faz ótima jogada sozinho, entra na área num jogo de corpo deixa o zagueiro no chão e quando vai receber a pancada chuta pro gol de bico. Gol do Imortal, 3 a 1, Renato então, no calor de sua juventude, manda a torcida (exército) se calar, porém rapidamente é seguro por Leandro.

A fúria parte pro desespero e o bandeirinha leva uma pedrada. Sem fosso, separados apenas por uma tela, a vida dos auxiliares se torna perigosa. Os médicos gremistas atendem o bandeira, como se já não fosse pouco ficar apenas entre os jogadores. Uma pequena confusão no meio de campo com Renato é apaziguada rapidamente. Mais um jogador argentino é expulso. O jogo recomeça, bola na lateral direita do campo do Grêmio com Renato e dois dribles secos no marcador do Estudiantes e a sova vem de baixo e levanta o parrudo atacante imortal. Nova expulsão.

Aos 31 minutos, jogada na área tricolor sobra na esquerda, o ponta cruza rasteiro e Gurrieri de peixinho com a cabeça no chão diminui. Foi então que a pressão deu resultado e o quarto gol do Grêmio de Osvaldo é anulado pelo juiz. Faltando 4 minutos para o término, Gurrieri faz ótima jogada na entrada da área driblando 3 gremistas e chuta em cima da zaga, no rebote Russo chuta novamente a bola que desvia e engana Mazaropi, era o empate da batalha infernal.

Definitivamente o Imortal controlou a partida e a fúria dos hermanos. O empate saiu com gosto de vitória, literalmente, porque os desfalques acabaram sendo decisivos na partida seguinte. Um empate em zero contra o eliminado América de Cali frustrou o clube platense e sua geração de Ponce, Brown, Gottardi e Trobbiani, liderada por Carlos Bilardo (campeão do mundo pela seleção argentina). E é assim que forjamos nosso clube, com batalhas! QUE VENHA AS DA LIBERTADORES DE 2009!

Algumas pessoas acham que futebol é uma questão de vida ou morte. Eu discordo. Futebol é muito mais importante que isso”.


Cassiano Sairaf, além de gremistão, é cinéfilo e editor do Museu Do Cinema.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Surge o Cinefilia


Discutiu-se há pouco tempo se a crítica de cinema ( e a própria cinefilia ) não estariam em crise. Em meio a tantas opiniões, incluindo de quem defenda que críticos existem poucos, mas emissores de gostos e sensações existem aos montes na internet, também surgiu à constatação de que a cinefilia está longe de estar em crise ( a internet, pelo contrário, a ampliou, e muito ) e a conseqüência é que a crítica também mudou de veículo. Hoje, a internet sadiamente abriga cinéfilos, críticos, comentaristas e, com orgulho, os tais emissores de gostos e sensações. É bom trocar idéia sobre cinema.

Um bando de malucos que adoram fazer isso também se reuniu em torno de um projeto que está sendo lançado hoje. O Cinefilia nasceu dessa paixão comum. Sem a intenção de competir com portais de cinema, ou trazer notícias atualizadas. Apenas escrever sobre cinema. O que seria inicialmente um blog tornou-se um site. E durante três meses, pessoas entraram e saíram da equipe, datas foram remarcadas, layouts trocados, mas o Cinefilia nasceu. Como um espaço de reunião, inaugurado hoje. A idéia é tornar o site um ponto de encontro também de quem costuma comentar em nossos blogs. De abrigar discussões. Por isso, você pode comentar em cada texto, em cada crítica, e convidamos vocês a fazerem isso.

Por isso, vocês terão espaço lá. Estaremos sempre convidando amigos blogueiros para escreverem para o site. E também para nossa revista Cinefilia, outro projeto que mexeu com a gente. Todos os meses estaremos disponibilizando uma revista com críticas e textos inéditos no site, diagramada, em dois formatos: PDF para download, e na versão online, página a página. Na revista, já que não há grana envolvida, em vez de publicidade diversa haverá espaço para banners dos BLOGS amigos do site - divulgação extra é bom pra todos, certo? Para isso basta bolar um banner nos tamanhos 460 x 100 ou 340 x 100 pixels, em formato JPG, e enviar para cinefilia@cinefilia.net.

O site terá novas funcionalidades futuramente: chat, fórum, quizz, possivelmente estaremos abrigando blogs de cinema gratuitos – e claro que o melhor desses blogs também será selecionado para a revista – votações, tops, multimídia, downloads, promoções e acima de tudo, cinema.

Por enquanto, você encontra textos sobre novos filmes, clássicos, revisões, a seção nostalgia, trilhas sonoras, artigos sobre cinema, especiais ( Martin Scorsese será tema do nosso primeiro especial )... o site está online a partir de hoje. A revista, você conhecerá na semana que vem. Ajude a gente a fazer o Cinefilia crescer e prepare-se: você pode ser convidado a dar as caras por lá como colaborador.

Cabe aqui um destaque: nada disso seria possível sem o nosso programador e administrador. Renato, parabéns pelo trabalho e muito obrigado por tudo. Sem você o site nunca sairia do papel.

Fazem parte do Cinefilia:

Fábio Luis Rockenbach – estudante de jornalismo, repórter cultural, editor do Século da Luz

Pedro Henrique – cineasta amador, fotógrafo, editor do Tudo é Crítica

Alex Gonçalves – blogueiro e cinéfilo, editor do Cine Resenhas

Otávio Almeida – publicitário, editor do Hollywoodiano

André Renato – professor, editor do Sombras Elétricas

Erika Liporaci – publicitária, atriz e jornalista, colunista do Crônicas Cariocas, editora do Artes & Subversão

Carla Marinho – jornalista, colunista do Adoro Cinema e do JC Online

Marcus Vinícius – estudante de jornalismo, editor do Caminhante Noturno

Davi Cruz – administrador de empresas, editor do Tô Assistindo

Renato Albuquerque - técnico de TI e programador


quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Melhores Álbuns de 2008

Se os filmes foram poucos, em compensação o ano de 2008 teve muita música. Repassando os meses dá para montar uma trilha sonora inclusive, com momentos alegres e tristes, alguns tristes demais até. Enfim, de tanta coisa que ouvi, mas resolvi colocar apenas álbuns lançados em 2008. Eles foram escutados exaustivamente, mas nenhum perdeu a graça. Antes da lista, agradeço aos integrantes dos excelentes blogs Vício Auditivo e Lado E., cujos quais foram de grande serventia e sempre visito e recomendo à quem quer procurar música de altíssima qualidade. Então vamos ao que interessa:


We'll find a place to walk in
When i've touched the ground
If you could let me now
When you're slowing down”

Room Eleven – Mmm... Gumbo!
Com uma vocalista que lembra muito a Radha Mitchell, Room Elevem dá uma roupagem atual para um ritmo antigo: o jazz. Na realidade, eles misturam de tudo um pouco, mas o predominante claramente é o jazz. Também muito viciante. Após o primeiro contato, a previsão é ficar semanas ouvindo direto.
Faixas favoritas: Always, Hey hey hey!, Swimmer, Not jealous


“Forgive me first love, but i'm tired
I need to get away, to fell again
Try to understand why...”

Adele – 19
Que voz têm essa robusta moça. Voz de diva da música mesmo, um tom grave mas não faz feio nos agudos. Falam tanto da Amy (que sim, canta para caralho) e outras cantoras mais em voga na mídia, mas esquecem dela. É de arrepiar a 'Make you fell my love,' poderoso cover do velho Bob Dylan.
Faixas favoritas: Chasing paviments, Melt my heart to stone, Cold Shoulder e First love


“And how dare that you send me that card
When i'm doing all that I can do
You're forcing me to remember
When all I want is to just forget you”

Rachael Yamagata – Elephants... Teeth Sink Into Heart
Mereceu até um post especial no blog. Se por um lado é o lançamento mais belo do ano, por outro é o trabalho mais forte e depressivo da cantora que recentemente conquistou meu coração. Quer dizer, Elephants é depressivo, pois Teeth Sink Into Heart é um como um chute na bunda. É simplesmente perfeito para se ouvir com o coração partido, quando se perde um amor seja lá qual for o motivo. E digo isso por experiência própria.
Faixas favoritas: Sunday afternoon, Elephants, Duet e Faster


“I felt in your arms tonight
I felt hard in your arms tonight, it was nice
I died in your arms tonight
I slept trought into the afterlife, it was nice”

Mother Mother – O My Heart
Uma surpresa extremamente grata. Sério mesmo, acho que todos deveriam no mínimo dar uma ouvida neste álbum, nem que fosse bem rápida. O que mais chama atenção são as melodias, que além de viciantes são muito bem trabalhadas, tal como como os back vocals, que dão um plus a mais nas faixas (o que se nota facilmente em 'Body of years').
Faixas favoritas: Body of years, Ghosting, Try to change e Arms tonight


“When all works out in the end
And if I try, we'll make it
Cause maybe i'm a bitch, but i'm the best
Our story has no end”

Beangrowers – Not In A Million Lovers
Acredito que tenha sido o álbum que mais ouvi em 2008, minha conta no Last.fm não me deixa mentir sozinho. Banda de indie-rock, lembra bastante o Pixies, principalmente as músicas com vocal feminino. Se pararmos para analisar, a vocalista Alison Galea remete muito a Kim Deal. A tônica desse álbum, pelo menos na minha leitura. é o amor. Isso a faixa-título entrega de bandeja. Até porque o final desse post não poderia ser diferente, não?
Faixas favoritas: Captain Darling, Life is a bitch then she sings in your band, Ours is a small flat


quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Melhores de 2008

Sem delongas, 2008 foi um ano foda. Várias reviravoltas pessoais e acadêmicas, amores perdidos, idas e vindas, mudanças e o diabo-a-quatro. Ano de escassos filmes, apenas alguns dos grandes lançamentos conferidos. Meio óbvia a lista, mas enfim, Top 5 dos filmes que me marcaram em 2008:



Wall-E, de Andrew Stanton

Na Natureza Selvagem, de Sean Penn

Sangue Negro, de Paul Thomas Anderson

Onde os Fracos Não Têm Vez, dos irmãos Coen

Batman - O Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan


sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

2009

Antes de tudo, queria desejar (mesmo que atrasado) à todos que frequentam e visitam o blog um feliz ano novo, que 2009 seja cheio de prosperidade, sonhos, novos projetos, felicidade, harmonia e saúde. De verdade e do fundo do meu coração, desejo o melhor para todos nós.

Fim de ano, muitas festas, bebidas, noites acordado, viagens e tal, mas não abandonarei o blog, só pra que conste. Abaixo vão alguns dos filmes que serão comentados por aqui entre janeiro e fevereiro, no mínimo esses:




















































E que em 2009 a América seja pintada novamente por três cores... Mais sobre essa batalha em breve, obviamente.